30
Ago
11

The Judgement

É verdade?

Sim, confirmo os factos. Infelizmente é verdade o que aconteceu nesse dia 8 de Março. Foi um dia em que ultrapassei todos os limites e de que me arrependo muito. Foi na noite de carnaval, cometi excessos que nunca pensei vir a cometer na minha vida, pois são actos com o qual não me identifico e que foram de excepção. Nunca antes me aconteceu tal coisa pois não tenho hábitos de beber bebidas alcoólicas, muito menos quando conduzo. Foi um dia em que facilitei e que teve efeitos que nem eu alguma vez imaginava que pudesse vir a ter. A minha reacção ao álcool foi inesperada porque era desconhecida e sinto-me bastante mal com as consequências. Em primeiro lugar porque coloquei em risco a vida de quem me acompanhava, pessoa que além de amigo é como um irmão porque crescemos juntos. Depois porque poderia ter colocado em risco outras pessoas totalmente inocentes. Coisas de que jamais me perdoarei.

Em segundo lugar porque, inconscientemente, coloquei em causa outras coisas essenciais na minha vida, nomeadamente o meu posto de trabalho e o próprio funcionamento da empresa que represento. Exerço funções que são essenciais ao desenvolvimento da empresa, nomeadamente porque sou o responsável técnico e tenho de acompanhar as diversas obras em vários pontos do país. E tratando-se de uma microempresa, com muito poucas pessoas, a impossibilidade de exercer a minha profissão coloca em sérias dificuldades o desenvolvimento da nossa actividade.

Consequentemente, coloquei em causa a minha condição financeira, que além da prestação mensal do carro, tenho um contributo importante em casa, onde o meu pai recebe uma reforma baixa, inferior a 300 euros, e a minha mãe nada recebe porque nunca fez descontos. Mensalmente contribuo com o pagamento de algumas despesas da casa, e com o meu salário de 750€ as dificuldades irão aumentar decerto.

Este é de facto um tipo de conduta que não me pertence, que foi uma excepção infeliz e que contraria todos os valores pelos quais sigo a minha vida. Prezo muito a minha honestidade e respeito para com os outros, socialmente sou uma pessoa que gosta muito de colaborar em qualquer actividade que promova o convívio e o bem-estar social, e como exemplo disso há o facto de que faço parte da associação recreativa da minha terra, sendo um dos membros mais activos da direcção, apoio eventos locais que visem angariação de fundos para a criação de infra-estruturas que beneficiem as pessoas, e faço também parte de uma comissão de festas que organiza a celebração anual em honra ao santo padroeiro da igreja de Alpedriz. Por estes e outros motivos é revoltante para mim próprio ver-me nesta situação. Se antes não o fazia, é agora para mim certo que nunca mais o voltarei a fazer.

Tem mais alguma coisa a acrescentar?

Sim, quero mais uma vez referir que me arrependo profundamente do ocorrido, e que, de forma a compensar a sociedade pelo meu erro, me disponho a colaborar com serviço em prol da comunidade.

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15
Jun
11

Devo esperar?

08
Jun
11

A “Razão”

Não fosses tu e este blog nunca tinha sido criado. Foi por tua causa que o fiz e continuas ainda hoje a ser a razão. Não sei porquê mas não me consigo “livrar” de ti… Passam dias, meses e meses e continuas aqui dentro..

1001 razões para passar à frente, para seguir sem olhar para trás, para ir em frente sem me prender ao passado, para olhar em frente e sorrir, para estar bem.. mas continuo a pensar em ti de tal forma que me incomoda, que me perturba, que me aperta o coração, que me altera a respiração, que me deixa ansioso, que me deixa inquieto…

Porquê?

Porque sinto a tua falta.

Olho para ti e acho-te linda. O teu jeito, os teus olhos, a tua boca, a tua pele, o teu coração.. Estou contigo e apetece-me beijar-te cada vez mais a cada segundo que passa… impossível esquecer o que é beijar-te… impossível esquecer o que é tocar-te..

A saudade aperta tanto… O tempo que estou contigo é tão pouco e passa tão rápido…

Nos dias em que te vejo e estou contigo há sempre uma parte muito difícil.. é a que me despeço de ti com dois beijos na face como se fosses para mim qualquer outra pessoa… Saio com um sentimento de que te deveria ter agarrado e beijar-te na boca como se não houvesse amanhã… Será que o deveria fazer? que resposta teria?

Quero-te tanto naquele momento que me aterroriza imaginar que me afastarias de imediato e te negarias a beijar-me… Será o medo da negação que não me deixa arriscar?

Há alturas em que me fazes sentir que também sentes a minha falta e que queres tanto este beijo como eu, há outras em que te sinto afastares-te propositadamente de momentos em que tal possa acontecer, há outros que parece mesmo não se passar nada…

Tenho receio de me “congelar” a mim próprio por estar sempre à espera que um dia as coisas se componham.. Há alturas em que parece óbvio que não poderá acontecer nada mais, há outras alturas que parece haver brasas mais que suficientes para nos dar novo fogo… Esperar? Arriscar? Afastar e partir? Deixar como está? São todas opções difíceis…

Será que te amo assim tanto?

Já ouvi muitas vezes que o amor tem coisas inexplicáveis.. verdade!

Que faço?

Que devo seguir?

Coração ou cabeça?

Razão ou sentimento?

Ajudem-me!!!

16
Maio
11

“the world is a vampire”

The world is a vampiregoogle images 🙂

Assim começa uma música conhecida dos Smashing Pumpkins..

Assim recomeço novamente este blog que de uma forma, não sei bem qual, me ajudou… Ajudou-me a libertar sentimentos, pensar, pouco menos que registar a pulsação do coração…

O mundo é sem dúvida como um vampiro, que nos suga diariamente, sem perdão, sem justiça, sem misericórdia… Fosse uma questão de alhos e cruzes, e estaríamos todos bem protegidos… A questão é termos dentro de nós as defesas necessárias para que nos protejamos naturalmente e instintivamente…

As minhas defesas sempre foram, infelizmente, algo débeis, pouco desenvolvidas…E daí surgem dezenas de coisas que no dia-a-dia me incomodam, me perturbam, me deixam desiludido.. seja comigo próprio seja com o mundo!…

Tal como escrevi no último post, às vezes é preciso dizer ‘stop’ a algumas coisas na vida.. verdade.. fácil de fazer? nem por isso..  sinto-me em algumas coisas completamente enlameado, sem hipótese de saltar desta lama em que me afundam os pés…

Sem hipótese, mas com esperança.. esta é mesmo a última a morrer..

Dá vontade de fugir, dá vontade de dar uma volta à montanha russa de 360º, baldear tudo, recomeçar muita coisa do zero.. normalmente é a montanha russa que me leva atrás, desta vez acho que preciso ser eu a empurrá-la, ser eu o motor para uma vida diferente.. e quem mais pode ser?

Desde a altura em que escrevi o último post até hoje passaram cerca de 22 meses… quase 2 anos!.. muita coisa continua por resolver, MAS muita coisa mudou também desde então…

Uma coisa manteve-se, as curvas e contra-curvas da montanha-russa… life’s like this anyway…

Neste tempo aprendi muita coisa, a melhor delas: abrir-me à experiência…

Tem coisas muito boas (tb pode ter das más!..), permite-nos simplesmente viver…

E neste período vivi coisas fantásticas!… uma ou outra coisa menos boa, mas as boas superam… keep going!

Voltei, sinto-me bem por isso…

09
Jul
09

stop

comando_remoto

Às vezes precisamos de um STOP na nossa vida. Acontece frequentemente que quanto mais uma pessoa se envolve em algo, mais curta fica a sua visão. E por isso deve ser feita uma paragem para que a capacidade de olhar mais largamente seja retomada. E digo ‘retomada’ porque no período de tempo em que a nossa visão fica muito fechada, é tão difícil a recuperação que existem momentos que se pensam que nunca mais conseguiremos ver as coisas de outra maneira…

Fazer um stop de sentimentos não é como premir uma tecla e já está. Normalmente custa muito e não se faz de um dia para o outro. Pode levar anos, meses, semanas ou apenas dias, depende de cada um e do próprio sentimento. Mas quando se consegue e é algo positivo para nós, compensa o esforço.

E durante este percurso até ao stop definitivo, é preciso perceber que apesar da injustiça que é a vida, das dificuldades, das tristezas, existe sempre a hipótese de fazer novamente stop e seguir novamente para a frente. Olhar para o stop como algo negativo pode trazer do fundo sentimentos que não interessam, que nos tapam o bom da vida.

Acabar com uma relação é isso mesmo. É fazer stop no limite, quando não dá mais, e por mais dor que se sinta é preciso firmeza. É preciso sentir no fundo que um dia nos sentiremos melhor. Muito melhor. Parece difícil por vezes, mas é como uma âncora, nos primeiros tempos andamos ao ritmo das ondas e quando estivermos preparados, basta largar a âncora e seguir então para o que queremos. O que já sabemos que queremos. Porque o tempo nos disse.

Mas mesmo assim há dúvidas ainda? Quem não tem dúvidas? Quem vive sem dúvidas algumas? Toda a gente vive com elas. É preciso arriscar. A experiência e a escolha podem ser positivas ou negativas, mas em ambos os casos só nos tornam mais fortes. Afinal é assim a vida, feita de experiências e escolhas.

17
Jun
09

A alma e a música

sunset in beach

A arte no geral é, sem dúvida, a melhor maneira de exprimir os diferentes estados de alma do ser Humano. E daí existirem tantos tipos de pintura e fotografia, tantos géneros de filmes, tantas músicas… Ainda bem que assim é.

Mas nem todas as pessoas têm a capacidade de exprimir em forma do que quer que seja o que lhes vai na alma, identificando-se com o que foi criado por outros e obtendo daí prazer, satisfação, alegria, tristeza, seriedade, descontracção, optimismo, ou qualquer outro sentimento…

Deixo aqui uma música que me diz muito. Muito mesmo. É, sem tirar nem pôr, a música que melhor descreve o meu estado de alma nos últimos tempos…

Boss AC e Mariza

“Alguém me ouviu”

Ouvir no youtube ->>

(Boss Ac)
Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…

(Mariza)
Chorei,
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

(Boss Ac)
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga, porque, me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…

(Mariza)
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo…

Busquei,
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo…

(Boss AC)
Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar
Parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida prá morte
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem
Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém
Vai surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando
A esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz
MANTÉM-TE FIRME

29
Maio
09

perfeição

ROSA_p&b

“Se o mundo nasceu de um acidente, de que é que serve a perfeição? Toda a perfeição que tentes é sempre inconsequente, a vida é a perfeita confusão… E tudo são coisas que acontecem…”

É bem verdade a lenga-lenga do Nuno Markl… Se tudo isto nasceu de uma explosão algures no tempo, onde somos apenas um grão de terra húmida que se espalhou pelo espaço, para quê a busca da perfeição, para quê ?!

Neste grão de terra húmida, a única coisa que se manifesta perfeita e equilibrada é a natureza, é óbvio. Tanto assim é que desde que a raça humana, esta raça cigana (apetece-me chamar raça cigana porque, na generalidade, só fazem é merda…) tem ameaçado tudo que é planta e animal que a natureza tem feito das suas… Vai-se vingando pouco a pouco… Reparem nos indonésios: é tsunamis, é sismos, e deve ser mais alguma coisa, mas estas duas chegam e bem! Ok, ok, há as crianças inocentes… De acordo. Eu só cá ando há meia dúzia de dias, mas pelo que reza a história sempre assim foi, paga o justo pelo pecador… Obviamente não sou insensível para com isso, mas por acaso acho que é a única falha da natureza… Quando uma comunidade de pessoas, um país, uma religião, a claque dos super-dragões, ou lá o que fosse, quando esta malta não soubesse conviver harmoniosamente, devia haver uma qualquer timina ou adenina, fosse lá o que fosse no nosso ADN que automaticamente tornava estes seres parvos (não há outro nome) estéreis. Sim, estéreis. Estéreis e sexualmente inaptos. Homens sem a dita pressão sanguínea aumentada, e as mulheres com dores nos rins por cada vez que abriam as pernas… Assim, estas pessoas não tinham direito à reprodução, ou seja, a paz imperava pois ninguém iria querer abdicar dos “prazeres” que a natureza proporciona, né?…. Talvez haja aqui algo hitleriano, mas eu prefiro chamar darwiniano… selecção das espécies!…

Agora pensando nos países ditos civilizados, repare-se no que a natureza trouxe… Depressões, stress, que levam a cada vez mais depressão e stress… As pessoas estão a chegar a um ponto mental crítico… basta abrirmos qualquer jornal, basta lermos os títulos… Mortes, crise, crise, mortos…. não passa disto… o que há a mais quase parece mentira e de desconfiar… é uma bola de neve… é um poço que vai ser difícil de sair…

Ninguém confia em ninguém, cada qual por si, e olhem lá o fulano que deixou a mulher, olhem lá a fulana que arranjou outro depois de se divorciar, olhem lá o casarão daqueles, parece que também andam metidos no pó, só pode!…

Será isto apenas em Portugal? É que se for torna isto ainda mais deprimente do que já é… torna mais deprimente porque vivemos cá e só dá vontade de sair e começar à chapada…

Sempre gostei da tecnologia, coisas novas e tudo mais… é engraçado. Mas apenas até um certo ponto.

O degredo da humanidade teve o seu maior acréscimo desde o século passado, altura em que a electricidade e tudo que é eléctrico começou a aparecer… Vivo da electricidade, foi nesta área que decidi laborar, mas sinto que este é o maior pau de dois bicos que existe!

Milhares de aparelhos são criados para “facilitar” a vida do homem… vai desde uma lâmpada ao mais moderno telemóvel… tudo facilita… aparentemente.

Repare-se, durante milhares de anos o ser humano teve tempo para pensar, pensava a longo prazo, começava a construir um mosteiro ou uma pirâmide para que tivesse pronta durante um reinado, um grande negócio podia demorar anos a fazer, plantava-se um pinhal para que as próximas gerações dele usufruissem, havia tempo, havia disponibilidade, havia força, havia também sacrifício e uma mentalidade mais forte…

Repare-se nas mudanças em menos de um século: queremos tudo para ontem, temos tudo rápido, temos tudo facilitado… mas estamos a perder a capacidade de pensar, estamos a perder a força, não temos qualquer capacidade de sacrifício (ai credo, sem telemóvel é que não saio de casa! – exemplo ridículo mas real), enfim….

Penso que se os monumentos que temos agora com alguns séculos de existência persistirem no tempo, as gerações que virão daqui a 500 anos irão continuar a admirar muito mais isso do que a porcaria que estamos agora a fazer… até porque o que fazemos agora não tem nada para admirar, prédios altos há em todo o sítio, e para mais os motivos da sua construção são que aquele arquitecto famoso (que levou um piparote bem cheio de massa) fez o projecto e porque aquela grande construtora conseguiu fazer a obra… Que história há nisto para recordar mais tarde??

Sei lá!…..

Como diria o nosso caro Albert, mais conhecido por Einstein, “Nunca me preocupo com o futuro, muito em breve ele virá.”

E é capaz de ter razão…

Que venha o futuro, pior ou melhor, a natureza encarrega-se de equilibrar as coisas..





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